
"Quero agradecer, primeiramente, a Deus pela oportunidade de escrever esse texto. A minha família que me dá muita força para continuar a escrever. Queria agradecer ao carinho do pessoal que leu minha última postagem. Agradecer, também, a todos meus companheiros que lutaram junto comigo. E é isso aí! O professor disse pra gente levantar a cabeça e ir em busca de um novo texto.".
Notaram algo peculiar no meu discurso de agradecimento?
No dia do jogo: “O professor passou pra gente o que queria e esperamos fazer um grande jogo e sair daqui com a vitória e os três pontos...”
Depois do jogo: “O time foi bem... ta de parabéns...”, ou então: “O time errou muito o último passe... o time estava nervoso... mas bola pra frente e agora é pensar no próximo jogo...”
Chaaatoooo...
É complicado porque dali a um tempo esse mesmo cidadão vai andar em campo, não vai ajudar seu time, sem sangue nenhum, ou no departamento médico inventando contusão (a famosa turma do “chinelinho”), ou ainda indo jogar no exterior se receber uma proposta melhor (nesse caso eu nem condeno o jogador, falarei isso até em um dos meus tópicos futuros, no entanto, acho que não tem a necessidade de declarar amor ao clube então, nem muito menos, beijar o escudo).
Por isso que eu admirava alguns jogadores como Romário e Vampeta, entre outros.
Não seguiam uma regra para darem entrevistas. Não eram daqueles tipos de jogadores que falavam sempre a mesma coisa e iam embora. Tinha na manga uma descontração, irreverência, às vezes, ironia, sarcasmo. Eu ficava assistindo só pra ver o que eles iam falar.
Ou a melhor de todas: "Quando eu nasci, Papai do Céu apontou o dedo em minha direção e disse: esse é o cara."
E o Vampeta chamando os são-paulinos de “bambis”.
Sensacional!!!
Ainda nesse assunto, temos também as entrevistas que tentam ser sérias, porém nascem as maiores pérolas do futebol.
“Tudo se resume em duas palavras: A ZAR.”
“Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” Um jogador disse ao desembarcar em Belém do Pará.
“Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.”
Agora me diga uma coisa: Um cara que escreve sobre futebol, de vez em quando, poderia deixar de citar um assunto desce numa mesa de boteco? Absolutamente não. É um assunto chato, porém muito engraçado. “Seria cômico se não fosse trágico”.
Ah! Para terminar gostaria de dizer que: “O professor conversou com a gente aí e estamos motivados. O time ta bem treinado e vai fazer de tudo para que a gente consiga escrever bem no próximo assunto!”
PS: Parabéns as mulheres pelo dia de ontem (dia 08 de março), Dia Internacional da Mulher.
2 comentários:
Esqueci o nome do cara, mas acho que é Gil. Que ganhou alguma coisa no Cruzeiro e na entrevista quando o cara pergunta se vale tudo pelo campeonato o jogador já lasca: '-Vale tudo, só não vale dar o cu!'...
Muito boa Romarinho!
Parabéns aos dois pelo blog! =D
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